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Monumentos

Castelo de Cerveira

mocastcerveiraCastelo de Vila Nova de Cerveira


Surgiu por volta de 1320, por vontade do monarca D. Dinis, com a finalidade de defender a recém criada povoação de Vila Nova de Cerveira.

De forma oval, medindo cerca 260 metros de perímetro, com o eixo maior de 90 metros e o menor de 65, o castelo de Cerveira encontra-se defendido por oito torres, quadradas, das quais cinco se encostam à cortina do Sul, por ser a de mais fácil ataque.

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Castelo de Guimarães

mocastguimaraesGuimarães


Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete Maravilhas de Portugal.

No século X a Condessa Mumadona Dias, após ter ficado viúva, manda construir na sua herdade de Vimaranes - hoje Guimarães - um Mosteiro.

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Castelo do Lindoso

mocastlindosoPonte da Barca


Sobranceiro a terras de Espanha, em posição dominante na serra Amarela este castelo foi erguido de raiz, na Idade Média, com a função de vigia, defesa e marco de soberania da fronteira.

É considerado como um dos mais importantes monumentos militares portugueses, pelas novidades técnicas e arquitetónicas que ensaiou, à época, no país.

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Castro de S. Lourenço

mocastrolourencoEsposende


O castro de S. Lourenço é um povoado fortificado, no qual foram encontrados vestígios que recuam ao séc. IV a.C.

Desde o séc. II a.C. que as casas vão sendo construídas por todo o monte em patamares. A área escavada mostrou a existência de núcleos habitacionais, os quais são frequentemente rodeados por lajeado. A defesa era assegurada por três muralhas.

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Castro de St.º Estevão

Ponte de Lima


mocsestevaoNum dos cabeços mais meridionais do monte do Castelo está situado o castro de St.º Estêvão da Facha.

Apesar da área escavada ser relativamente pequena, em função do total, conseguiu-se obter uma série de elementos que consideramos importantíssimos para o conhecimento da problemática castreja desde o seu início até à miscigenação com a cultura romana.

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Convento de Santa Ana

mosantanaViana do Castelo


Convento de Santa Ana, de freiras beneditinas, mandado edificar pela nobreza local com o apoio da Câmara, para albergar as filhas dos nobres vianenses que eventualmente não casassem.

O convento primitivo, de raíz gótica, foi obra de Pero Galego, morador em Caminha, onde nos alvores do século XVI dirigiu a segunda fase das obras na igreja Matriz.

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Espigueiros de Soajo

moespigeirosArcos de Valdevez


Esta é uma das maiores concentrações de espigueiros de Portugal, com construções todas de pedra.

Ao todo são 24 espigueiros de tipo galaico-minhoto, sendo o mais antigo do ano de 1782. É possível ver o caráter sagrado dado ao local, devido às cruzes no topo dos espigueiros para, segundo as gentes locais, proteção divina do que lá é guardado, muitas vezes o único meio de sobrevivência comunitária.

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Fortaleza de Valença

movalencaValença


Valença do Minho é, por circunstâncias várias, a mais importante fortaleza do Alto Minho.

No século XVII, no contexto das Guerras da Restauração da Independência Portuguesa, construiu-se uma impressionante fortificação abaluartada, de patamares sobrepostos para melhor aproveitar as condições topográficas do local, projecto grandioso que se assumiu como obra de propaganda e de ameaça face à vizinha Espanha.

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Matriz de Caminha

moigrejacaminhaCaminha


A Igreja Matriz de Caminha, também referida como Igreja de Nossa Senhora da Assunção, é um dos edifícios religiosos mais vastos e importantes do norte do país.

Seguindo estruturalmente o modelo gótico de igreja-fortaleza de três naves escalonadas e torre ameada, este templo, iniciado por volta de 1488, parece passar ao lado do chamado "manuelino”, apenas patente na guirlanda da cabeceira e tecto mudéjar.

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Matriz de Ponte de Lima

momatrizpontelPonte de Lima


É notável o arco abatido da entrada, a formosa capelinha da Casa de Bertiandos, junto da porta, do lado do Evangelho (construída em 1540 por Inês Pinto, mulher de Lopo Pereira), a talha do altar lateral de N. S. das Dores (construída em 1729 pelo artista barcelence Miguel Coelho) e o arco renascença da actual Capela do Santíssimo, com o brasão da família Guimarães à direita (1589).
Nos fins do século passado foi alterada a torre da Igreja Matriz, fora de toda a proporção estética...para melhor se verem as horas do mostrador quadríptico.

Conde D'Aurora, Roteiro da Ribeira Lima, 1959

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Mosteiro de Tibães

motibaesBraga


Fundado em finais do século X, inícios do XI, foi reconstruído no último terço do século XI, transformando-se, com o apoio real e a concessão de Cartas de Couto, num dos mais ricos e poderosos mosteiros do norte de Portugal.

Com o Movimento da Reforma e o fim da crise religiosa dos séculos XIV a XVI, o Mosteiro de S. Martinho de Tibães assiste à fundação da Congregação de S. Bento de Portugal e do Brasil, torna-se Casa Mãe de todos os mosteiros beneditinos e centro difusor de culturas e estéticas.

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Paço dos Duques

mopacosduqueGuimarães


O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães é um dos Palácios Nacionais mais visitados por portugueses e estrangeiros.

O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães foi mandado construir no século XV por D. Afonso, (filho ilegítimo do rei D. João I e de D. Inês Pires Esteves), 1º Duque da Casa de Bragança e 8º Conde de Barcelos, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha de D. Afonso, Conde de Gijón e Noronha e D. Isabel, Senhora de Viseu).

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Paços do Marquês

mopacomarquesPonte de Lima


Edificação do ano de 1469. Foi residência dos Viscondes de Vila Nova de Cerveira, mais tarde Marqueses de Ponte de Lima.

Por legado de Francisco António da Cunha Magalhães, passou a ser Hospital da Misericórdia, quando em 1924/25 se abriu a rua Cardeal Saraiva e o então Hospital da Misericórdia situado defronte da igreja Matriz teve que ser dividido em duas partes:

- a parte Norte, com a Igreja e casa do Consistório
- a parte Sul, com o Hospital propriamente dito.

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Pontes Romana e Medieval

moponteplPonte de Lima


"Tem uma grande e formosa ponte comprida e espaçosa de muitos pilares, por azo de um rio que chamam de Lima, que corre junto com ella, e doze torres que ha no lugar eram todas muradas e fornecidas do que cumpria; e gentes pelo muro, sempre que nunca se d'elle partiram, salvo de noite, e todas as portas estavam cerradas com pedra, senão a da ponte por onde se serviam, tendo muitos mantimentos e bem seguros de nenhum contrario que lhe havir podesse."

Fernão Lopes, Chronica d'El-Rei D. João I, Vol. IV, B. de Classicos Portuguezes, Lisboa, 1897

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Sant. do Bom Jesus

mobomjesusBraga


O Santuário do Bom Jesus do Monte, tal como o conhecemos hoje, é o resultado de múltiplas intervenções arquitectónicas, aliadas a um esforço significativo de actualização estética e catequética que, desde o final do século XV, têm reafirmado a vocação religiosa deste espaço.

Na sua construção trabalharam vários artistas de Braga, principalmente durante o período barroco, uma vez que a feição cenográfica dos escadórios e o conceito de igreja de peregrinação se acentuou, essencialmente, nesta época.

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São João de Arga

moargaCaminha


O Mosteiro de São João de Arga está situado na Serra de Arga, em Arga de Baixo. Neste encontra-se a Capela de São João que representa um dos testemunhos medievais mais importantes dessa região.

Este mosteiro tem alta visibilidade sobre o rio Minho, para além disto é sede de uma romaria, que se iniciou desde muito cedo, dedicada a São João Baptista.

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Sé de Braga

mosebragaBraga


Segundo a tradição, a diocese bracarense foi criada no século III; mas a História só a confirma a partir do ano de 400. O actual edifício está implantado sobre uma outra construção religiosa que, possivelmente, foi a anterior catedral.

Foi com o bispo D. Pedro (1070-1093) que se iniciou a obra da actual Sé. Depois dele quase todos os seus sucessores quiseram deixar a sua marca, fosse em pequenas alterações ou em obras de vulto.

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Templo de St.ª Luzia

mosantaluziaViana do Castelo


O santuário no alto do monte de Santa Luzia foi principiado em 1904 e concluído em 1959, por iniciativa da Confraria de Santa Luzia, entidade que tutela o monumento.

Templo-Monumento que glorifica o nome de Santa Luzia a quem o Capitão de Cavalaria Luís de Andrade e Sousa recorre, na extinta capela de Santa Luzia, acometido de uma grave oftalmia.

Já convalescido, institui a Confraria de Santa Luzia, como forma de gratificar a graça recebida.

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