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A Arquitectura

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  • Alameda
  • Pelourinho
  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

  • Junto ao largo central da aldeia de Lanheses, entre Ponte de Lima e Viana do Castelo, situa-se um singelo e largo portão em ferro que serve de entrada à quinta do Paço de Lanheses.

    Uma vez transposto, surge uma ampla alameda, ladeada de buxo e árvores seculares que resguardam um grande jardim onde se localiza o “Pelourinho da Feira” classificado como Monumento Nacional.

 


 

Ao fundo abre-se o nosso Paço de Lanheses que é uma grande casa senhorial, ou "palatium" como o nome indica, do início do século XVIII, disposto em “L”, formado por dois corpos ou alas, de dois pisos.

 

  • Portao
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  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

  • Destaca-se, no centro da ala maior um pequeno pátio, de planta em “U”, onde se desenvolve uma escadaria em pedra. Esta com corrimão rematado por duas robustas volutas, em forma de “S”, e a galeria superior com colunata, elemento tão característico das casas barrocas do Norte de Portugal.

    Sob esta escadaria e nas duas paredes laterais encontram-se quatro arcos de volta inteira.

 


 

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  • 7
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  • 6
  • Suite
  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

  • A entrada principal faz-se pela direita, alcançando-se a primeira sala – a sala das armas – de tecto em caixotão de madeira.

    Através dessa sala, chega-se ao salão e daí à ala poente, onde se situam os quartos da casa.

 


 

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  • Jardim
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  • Neste sector meridional desenvolve-se mais uma soalheira varanda, voltada a sul sobre as montanhas, da qual parte uma outra larga escadaria que dá acesso a um grande jardim com camélias centenárias e um pequeno labirinto de buxo.

    Este último tem o curioso nome de “Jardim da Avó”, uma antepassada dos actuais proprietários que o tempo já não recorda de tão antigo que é.

  • Neste sector meridional desenvolve-se mais uma soalheira varanda, voltada a sul sobre as montanhas, da qual parte uma outra larga escadaria que dá acesso a um grande jardim com camélias centenárias e um pequeno labirinto de buxo.

    Este último tem o curioso nome de “Jardim da Avó”, uma antepassada dos actuais proprietários que o tempo já não recorda de tão antigo que é.

  • Neste sector meridional desenvolve-se mais uma soalheira varanda, voltada a sul sobre as montanhas, da qual parte uma outra larga escadaria que dá acesso a um grande jardim com camélias centenárias e um pequeno labirinto de buxo.

    Este último tem o curioso nome de “Jardim da Avó”, uma antepassada dos actuais proprietários que o tempo já não recorda de tão antigo que é.

  • Neste sector meridional desenvolve-se mais uma soalheira varanda, voltada a sul sobre as montanhas, da qual parte uma outra larga escadaria que dá acesso a um grande jardim com camélias centenárias e um pequeno labirinto de buxo.

    Este último tem o curioso nome de “Jardim da Avó”, uma antepassada dos actuais proprietários que o tempo já não recorda de tão antigo que é.

  • Neste sector meridional desenvolve-se mais uma soalheira varanda, voltada a sul sobre as montanhas, da qual parte uma outra larga escadaria que dá acesso a um grande jardim com camélias centenárias e um pequeno labirinto de buxo.

    Este último tem o curioso nome de “Jardim da Avó”, uma antepassada dos actuais proprietários que o tempo já não recorda de tão antigo que é.

 


 

  • Sala de Jantar
  • Sala
  • Pequeno almoço
  • Voltando ao interior, a ala nascente contempla a cozinha, com robusta chaminé, e algumas outras divisões, nomeadamente a grande sala de jantar.

    A última sala – sala da capela – é assim denominada porque comunica com o coro da capela.

    A maioria das dependências da casa possui bancos de pedra junto às janelas de guilhotina.

  • Voltando ao interior, a ala nascente contempla a cozinha, com robusta chaminé, e algumas outras divisões, nomeadamente a grande sala de jantar.

    A última sala – sala da capela – é assim denominada porque comunica com o coro da capela.

    A maioria das dependências da casa possui bancos de pedra junto às janelas de guilhotina.

  • Voltando ao interior, a ala nascente contempla a cozinha, com robusta chaminé, e algumas outras divisões, nomeadamente a grande sala de jantar.

    A última sala – sala da capela – é assim denominada porque comunica com o coro da capela.

    A maioria das dependências da casa possui bancos de pedra junto às janelas de guilhotina.

 


 

Voltando a sair, fronteiro às duas alas referidas em cima, uma virada a Norte e outra a Poente, encontra-se um amplo terreiro e a delimitá-lo um muro ameado, decorado com merlões, interrompido a meio por portão armoriado permitindo-lhe o acesso. Ladeando o portão, o muro é rasgado por sóbrias janelas gradeadas.

 

  • 2ext
  • Capela
  • Altar
  • Muro
  • Do lado exterior, a capela neoclássica de invocação a Santo Cristo e a São Sebastião.

    O interior da capela é simples e nobre, de paredes despidas de adornos. Por cima da porta de entrada ergue-se o coro, de madeira. A capela possui um púlpito, com base de pedra e gradeamento de madeira.

  • Do lado exterior, a capela neoclássica de invocação a Santo Cristo e a São Sebastião.

    O interior da capela é simples e nobre, de paredes despidas de adornos. Por cima da porta de entrada ergue-se o coro, de madeira. A capela possui um púlpito, com base de pedra e gradeamento de madeira.

  • Do lado exterior, a capela neoclássica de invocação a Santo Cristo e a São Sebastião.

    O interior da capela é simples e nobre, de paredes despidas de adornos. Por cima da porta de entrada ergue-se o coro, de madeira. A capela possui um púlpito, com base de pedra e gradeamento de madeira.

  • Do lado exterior, a capela neoclássica de invocação a Santo Cristo e a São Sebastião.

    O interior da capela é simples e nobre, de paredes despidas de adornos. Por cima da porta de entrada ergue-se o coro, de madeira. A capela possui um púlpito, com base de pedra e gradeamento de madeira.

 

A fachada da referida capela ostenta duas cartelas, estando a da esquerda inscrita com: "LOU/VADO. SE/IA. O. SANTI/SSIMO. SA/CRAMEN/TO" e a da direita com: "O. MA/RIA. CONC/EBIDA. SEM / PECCADO R/0GAI POR / NOS

 



Referências históricas

Em 1723, Joseph Pereira de Brito, seu proprietário, pede a transferência da capela para o local actual, tornando-a pública, tendo sido benzida em 1757.

Porta ManuelinaPor essa altura, a casa terá sido objecto de uma remodelação geral, pois toda ela apresenta a mesma traça, sem emendas, e a sua pedra de armas - Abreu, Castro, Brito e Pereira – está por cima da escadaria da referida entrada.
Já o muro que aqui abordámos contém uma imponente pedra de armas, com o brasão do seu filho mais velho.
Por baixo da casa, a nascente das tais escadas de acesso à entrada principal e atrás de um dos arcos laterais, ainda é visível a porta da antiga capela, com uma cruz em baixo relevo na sua padieira, de estilo quinhentista.

Bibliografia

«Solares Portugueses – Introdução à Casa Nobre, por Carlos de Azevedo, Livros Horizonte, Setembro de 1988, p. 151.»
«Casas com Tradição em Portugal, por Jorge Pereira de Sampaio, Estar Editora, Lisboa, 1998, p. 46 a 52.»
«A Caminho de Santiago - roteiro do peregrino, por Lourenço José de Almada, Lello Editores, Porto, Janeiro de 2000, p. 117 e 118.»
O Barroco no Alto Minho (2006): «Lanheses: Capela do Santo Cristo - 1722, Registo Geral ADB, 50, 290», por Manuel António Fernandes Moreira, Viana do Castelo, p. 41.
«Hotel Paço de Lanheses em Viana do Castelo, iGoGo - Guia de Turismo e Lazer de Portugal.»

 


 

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Capela
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